

O dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta contra o Câncer Infantil, uma data dedicada a sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado para crianças e adolescentes. A mobilização mundial reforça a necessidade de ampliar a informação, apoiar pacientes e famílias e fortalecer políticas públicas voltadas ao cuidado oncológico pediátrico.
Embora o câncer infantil seja considerado raro em comparação ao câncer em adultos, muitos casos apresentam altas chances de cura quando identificados precocemente e tratados em centros especializados, como o Hospital da Baleia. O diagnóstico precoce envolve a atenção aos sinais e sintomas, a avaliação clínica adequada e o início rápido do tratamento.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 0 a 19 anos no Brasil. Em todo o mundo, segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, sigla em inglês), estima-se que, todos os anos, 215.000 casos são diagnosticados em crianças menores de 15 anos, e cerca de 85.000 em adolescentes entre 15 e 19 anos e, o Hospital da Baleia em 2025, recebeu mais de 50 pacientes oncológicos.

Entre os tipos mais frequentes estão as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas. Sintomas persistentes como febre prolongada sem causa aparente, palidez, manchas roxas pelo corpo, dor óssea, perda de peso, caroços ou inchaços indolores, dores de cabeça intensas e vômitos matinais devem ser investigados por um profissional de saúde.
Para a oncologista pediátrica do Hospital da Baleia, a Dra. Clara Pereira, a conscientização é fundamental para aumentar as chances de cura. “Ao perceber qualquer mudança no estado de saúde da criança, a família deve procurar um serviço de saúde o quanto antes. O câncer infantil tem cura, e o tempo é um aliado essencial no tratamento”, destaca.
A data reforça o compromisso das instituições de saúde, dos profissionais e da sociedade com o cuidado integral, o acolhimento das famílias e a promoção da vida, fortalecendo a esperança e o acesso ao tratamento para crianças e adolescentes.


