Unidades integradas oferecendo atendimento especializado a pacientes de todo o estado de Minas Gerais

Um complexo formado por cinco unidades
Ao longo de mais de 80 anos de história, o Hospital da Baleia ampliou sua estrutura para acompanhar as necessidades de saúde da população mineira. Atualmente, o complexo hospitalar é formado por cinco unidades: Baeta Vianna, Maria Ambrosina, Antônio Mourão Guimarães, Radioterapia e Centrare, e Antônio Chagas.
Cada prédio possui funções específicas, mas todos fazem parte de uma estrutura integrada. Essa organização permite que diferentes equipes e especialidades acompanhem o paciente em diferentes etapas da jornada de cuidado.
Unidade Baeta Vianna concentra a assistência hospitalar

A Unidade Baeta Vianna concentra grande parte da assistência hospitalar. No espaço estão as alas de internação, o centro cirúrgico, os Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adultos e pediátrico, o Pronto Atendimento Referenciado, além de serviços de diagnóstico por imagem e apoio diagnóstico.
Por reunir setores essenciais para casos de maior complexidade, a unidade é uma das principais estruturas do complexo e recebe pacientes em diferentes momentos do tratamento.
Unidade Maria Ambrosina é referência em nefrologia

A Unidade Maria Ambrosina abriga o Centro de Nefrologia, com serviços como hemodiálise e atendimento ambulatorial de nefrologia. O prédio também conta com leitos de internação e setores administrativos.
A concentração desses serviços permite que os pacientes renais sejam acompanhados por equipes especializadas em diferentes etapas do cuidado.
Unidade Antônio Mourão Guimarães concentra a oncologia

Voltada principalmente para a assistência oncológica, a Unidade Antônio Mourão Guimarães reúne ambulatórios e consultórios de oncologia adulta e pediátrica, além do serviço de quimioterapia e brinquedoteca.
O prédio também abriga o novo ambulatório do Hospital da Baleia, com 933 metros quadrados. A expansão da estrutura representa mais um passo no fortalecimento da capacidade de atendimento da instituição.
Radioterapia e Centrare unem tratamento e reabilitação

A Unidade Radioterapia e Centrare reúne dois importantes serviços especializados. Em uma de suas áreas são atendidos pacientes em tratamento de radioterapia. Ao lado, funciona o Centro de Tratamento e Reabilitação de Fissuras Labiopalatinas e Deformidades Craniofaciais (Centrare).
A estrutura possibilita o atendimento de pacientes que precisam tanto do tratamento especializado quanto de acompanhamento voltado à reabilitação.
Unidade Antônio Chagas recebe pacientes do ambulatório

A Unidade Antônio Chagas concentra atualmente o ambulatório responsável por primeiras consultas e retornos de pacientes de diferentes especialidades. Ao todo, são 18 consultórios.
Apesar de estar localizada próxima à Unidade Baeta Vianna, a estrutura possui funcionamento próprio. Por ser uma das áreas mais antigas destinadas ao atendimento ambulatorial, também faz parte da história da expansão assistencial do Hospital da Baleia.
Unidades conectadas pela jornada do paciente
Na prática, um mesmo paciente pode passar por diferentes unidades ao longo do tratamento. Um paciente oncológico, por exemplo, pode realizar consultas e quimioterapia na Unidade Antônio Mourão Guimarães, fazer exames no complexo, passar por cirurgia ou internação na Unidade Baeta Vianna e posteriormente continuar seu acompanhamento com uma equipe multiprofissional.
Essa integração permite que os diferentes serviços atuem de maneira articulada, acompanhando o paciente de acordo com as necessidades apresentadas em cada etapa do cuidado.
Mais de 1 milhão de procedimentos
A dimensão dessa estrutura também pode ser percebida pelos números. Em 2024, o Hospital da Baleia realizou mais de 810 mil procedimentos e atendeu pacientes provenientes de 88% dos municípios mineiros.
Em 2025, a instituição ultrapassou a marca de 1 milhão de procedimentos realizados no ano e atendeu mais de 45 mil pacientes. Atualmente, são 210 leitos e cerca de 20 mil cirurgias realizadas anualmente.
Uma história de transformação
Quando foi criado, o Hospital da Baleia contava com dois prédios e tinha como objetivo atender pacientes com tuberculose. Com a descoberta de medicamentos eficazes contra a doença, a instituição passou por uma transformação e direcionou sua atuação para outras necessidades de saúde da população.
Ao longo das décadas, houve expansão da infraestrutura, incorporação de novas tecnologias e ampliação da capacidade assistencial. Hoje, o Hospital da Baleia é referência em áreas como oncologia adulta e pediátrica, nefrologia, saúde da mulher, ortopedia e tratamento de fissuras labiopalatinas.
Entre as expansões mais recentes estão o Pronto Atendimento Referenciado, na Unidade Baeta Vianna, e o novo ambulatório, na Unidade Antônio Mourão Guimarães.
Cuidado em meio à Mata da Baleia
Um dos diferenciais do complexo está também no espaço onde foi construído. Inserido na Mata da Baleia, uma área de aproximadamente 3 milhões de metros quadrados, o hospital combina a assistência à saúde com um ambiente marcado pela presença da natureza.
A integração com a área verde contribui para uma experiência mais humanizada e diferencia o complexo de outras estruturas hospitalares.
Ao mesmo tempo, a distribuição dos serviços especializados permite reunir, em um mesmo complexo, desde consultas e exames até cirurgias, terapia intensiva, tratamentos oncológicos, nefrologia e reabilitação.
Muito além de uma única especialidade
Para muitas pessoas, o Hospital da Baleia é associado principalmente a uma determinada especialidade ou serviço. No entanto, por trás de cada atendimento existe uma estrutura formada por cinco unidades que trabalham de maneira integrada.
Essa organização permite que a instituição ofereça uma jornada completa de cuidado, que pode envolver prevenção, diagnóstico, tratamento, cirurgia, internação, terapia intensiva e reabilitação.
Com oito décadas de história, o Hospital da Baleia segue ampliando sua estrutura e sua capacidade de atendimento para responder às necessidades dos pacientes e continuar sendo referência para Minas Gerais.
Redação: Jamile Versiani


