Hospital da Baleia recebe capacetes respiradores Hospital da Baleia recebe capacetes respiradores – Hospital da Baleia

Hospital da Baleia recebe capacetes respiradores

Postado em 1 de abril de 2021

O Hospital da Baleia recebeu cinco capacetes de respiração assistida não invasiva, com pressão positiva contínua nas vias aéreas, doados pelo Sinfazfisco – MG (Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais).

Chamados de “capacetes respiradores”, eles vêm sendo usados em pacientes internados com a COVID-19 no Hospital da Baleia. Esses dispositivos também foram amplamente usados na Itália para o tratamento de pacientes com o coronavírus.

O capacete envolve a cabeça inteira do paciente e é selado com um colar macio e hermético que envolve o pescoço. De acordo com Leonardo Silva Augusto, fisioterapeuta intensivista e coordenador da Fisioterapia do Hospital da Baleia, o capacete respirador é uma forma de fazer com que o ar chegue ao paciente de forma não invasiva, diferente da intubação. “Importante explicar que o capacete não substituiu a intubação, no entanto, um dos benefícios dele é exatamente tentar evitar que o paciente precise ser intubado”.

Ainda de acordo com o fisioterapeuta, outros benefícios desse dispositivo são a diminuição da dispersão dos aerossóis (gotículas de saliva) e reduzir os índices de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva.

Referência em saúde

O filantrópico Hospital da Baleia oferece 30 especialidades médicas e como referências, os Centros de Oncologia Adulta e Pediátrica, Nefrologia (Hemodiálise e Transplante Renal), Ortopedia, Pediatria e Cirurgia Bariátrica e Metabólica, além do Tratamento e Reabilitação de Fissuras Labiopalatais e Deformidades Craniofaciais (CENTRARE). Construído há 76 anos, a instituição conta com recursos financeiros e doações voluntárias para a cumprir com excelência a sua missão na prestação de serviços de saúde aos mineiros. Todos os anos, são feitos em média, 1,2 milhão atendimentos a pacientes de 88% dos municípios mineiros – sendo 95% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).